Do chat ao quadro.
Pedido feito no chat não devia sumir numa conversa perdida. Aqui, cada tarefa que você passa ao agente vira um card rastreável — com o histórico de decisões, os arquivos tocados e o raciocínio por trás de cada mudança anexados. O trabalho do agente fica visível pra equipe inteira e auditável a qualquer momento, não trancado numa caixa preta que só cospe resultado. E o quadro não é só um mural: colunas automatizam, listas rodam agentes, cada card carrega a sua própria memória.
Trabalho de agente não pode ser caixa preta.
Um agente que faz de verdade toma decisões, toca arquivos e muda coisas. Se tudo isso vive só numa conversa, o registro se perde, ninguém mais enxerga e o time trabalha no escuro. Organizar o trabalho do agente não é luxo — é a diferença entre "confie em mim" e "está tudo aqui, olha".
O pedido some na conversa
Você pediu, o agente fez, a conversa rolou pra frente. Semana que vem, cadê aquela tarefa? Em qual chat? O que ficou pendente? A memória do trabalho vira rolagem infinita.
Ninguém sabe o que ele mudou
O agente editou arquivos, tomou decisões, deixou um bloqueio pra trás. Mas onde está o registro disso? Sem histórico anexado ao card, "o que aconteceu aqui?" não tem resposta — só suposição.
A equipe fica sem visibilidade
O que está em progresso? Quem tocou o quê? O que travou e por quê? Se o trabalho do agente vive num terminal individual, o time não coordena — cada um adivinha o estado do resto.
Pedido vira card, card trabalha, tudo fica registrado.
O quadro não é uma tela separada onde você recadastra tudo à mão. Ele nasce colado ao agente: o que você pede vira card, o que o card percorre dispara ação, e o caminho inteiro fica auditável.
Pedido vira card
Cada solicitação feita ao agente no chat entra no quadro como um card — já com o contexto do pedido e os arquivos tocados anexados. Você não recadastra nada: o trabalho já entra rastreável. E o que precisa entrar à mão, você cria direto no board.
Move e automatiza
Arrastar um card de coluna não é só cosmético. Cada lista pode ter automação: mover pra ela notifica alguém, atribui um responsável, dispara um agente configurado. O board reage ao fluxo de trabalho em vez de só desenhá-lo.
Auditável do começo ao fim
Todo card guarda o histórico completo — decisões, arquivos, raciocínio, links, bloqueios e horas registradas. Meses depois, "por que fizemos assim?" tem resposta escrita, no card certo, não na memória de alguém.
Um quadro que trabalha com o agente.
Não é um Kanban genérico com um agente colado por fora. É um board feito pra hospedar trabalho de agente: cada peça — coluna, lista, card — sabe conversar com quem faz o trabalho.
Quadros & colunas
Organize o trabalho em quadros, colunas e cards — do backlog ao done, do seu jeito. Um board pro time inteiro, com o agente incluído no fluxo em vez de rodando por fora dele.
Card criado a partir do chat
Cada pedido ao agente vira card automaticamente — com o contexto da conversa e os arquivos tocados já anexados. O que você faz no Assistente aterrissa rastreável no quadro, sem recadastro.
Automações por lista
Mover um card dispara ações na lista de destino — notificar, atribuir, rodar um agente configurado. É a mesma lógica de gatilho da Automação, só que amarrada ao movimento do card no board.
Agente por lista
Uma coluna pode ter um agente próprio: todo card que chega nela é processado por esse agente configurado, sem você abrir o chat. Cada execução fica registrada no card — o quadro trabalha sozinho, mas com prova do que fez.
WIP, checklists & membros
Limite o trabalho em progresso por coluna pra o time não se afogar. Cada card tem checklist, membros atribuídos, comentários e anexos — a coordenação toda mora dentro do próprio cartão.
Histórico & auditoria
Cada card guarda a linha do tempo inteira: decisões, arquivos, raciocínio, links, bloqueios (blocked-by) e horas registradas. Nada de "confie em mim" — está tudo escrito, no card, auditável a qualquer momento.
Uma coluna com um agente dentro.
Aqui uma lista não só guarda cards — ela pode processá-los. Configure um agente numa coluna e todo card que chega nela entra numa fila de trabalho: o agente lê o contexto do card, executa a tarefa e devolve o resultado no próprio cartão. Arraste um card pra "Triagem", pra "Gerar relatório" ou pra "Rodar testes" e o agente daquela lista assume a partir dali.
E porque cada execução fica registrada — o que rodou, o que mudou, o que ficou bloqueado —, o quadro não vira uma máquina misteriosa. Ele trabalha por conta, mas deixa o rastro de tudo. Um pipeline visível, onde cada coluna pode ser uma etapa que se resolve sozinha.
Direto ao ponto.
De onde vêm os cards?
De dois lugares. Cada pedido que você faz ao agente no chat vira um card automaticamente — já com o contexto da conversa e os arquivos tocados anexados. E o que não nasce no chat, você cria direto no quadro, do jeito tradicional: título, descrição, checklist, membros. Os dois convivem no mesmo board.
O agente pode trabalhar dentro do quadro?
Pode. Você configura um agente numa lista, e todo card que chega naquela coluna é processado por ele — sem você abrir o chat de novo. O agente lê o contexto do card, executa e devolve o resultado no próprio cartão. Cada execução fica registrada, então dá pra ver exatamente o que rodou.
Dá pra ver o que ele mudou?
Sim, e é o ponto central. Todo card mantém o histórico completo — decisões tomadas, arquivos tocados, o raciocínio por trás de cada mudança, links, bloqueios (blocked-by) e horas registradas. Meses depois, "por que fizemos assim?" tem resposta escrita no card. Nada de caixa preta.
Serve pra time não-técnico?
Serve. No fundo é um Kanban — quadros, colunas, cards, checklists, comentários e membros — que qualquer área usa: marketing, operações, financeiro, atendimento. A diferença é que, quando um agente entra no fluxo, o trabalho dele aparece rastreável no mesmo quadro, com controle de acesso por conta pra cada equipe ver só o que é seu.
